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Almeidas Capa 2

 

Num projecto de investigação desenvolvido pela LMT Consultores em História e Património, o livro A Quinta das Almeidas. Um pedaço de história do Alentejo narra a história desta propriedade, situada nas imediações de Beja, desde o século XVII até aos nossos dias.

Depois de ter pertencido a diversas pessoas, a propriedade, na segunda metade do século XVIII, passou para a posse da família Pereira Palha, incorporando-se primeiro no respectivo morgado e depois, já no princípio do século XX, na Sociedade Agrícola Palha van Zeller.

Para além da consulta de diversos fundos documentais existentes em vários arquivos públicos, foi também efectuada a pesquisa no antigo arquivo da família Pereira Palha, tendo sido possível promover, no âmbito deste projecto, a sua transferência para o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, garantindo-se assim a preservação de um espólio muito importante, designadamente para o conhecimento histórico não apenas de uma das mais destacadas famílias alentejanas mas também desta mesma região do país.

O livro reproduz um conjunto de interessantes fotografias que ilustram alguns trabalhos agrícolas realizados na Quinta das Almeidas entre os anos trinta e cinquenta do século passado, contando também com diversas imagens actuais da autoria do fotógrafo Gonçalo Mourão. Estão igualmente reproduzidos vários documentos e retratos de família.

Esta iniciativa editorial, da autoria de João Bernardo Galvão Teles, sócio da LMT Consultores em História e Património, permite assim preservar para memória futura a história de uma propriedade que, no presente, constitui uma bem-sucedida exploração agrícola, onde predomina a criação de gado bovino e a produção de milho, e se estende um vastíssimo amendoal.

Sep 4 ca PT TT OC CNSE Beja liv81 m0003 ANTT

Flandes

 

A LMT Consultores em História e Património elaborou uma investigação histórica sobre uma antiga quinta na região centro do país, fornecendo aos proprietários informações rigorosas sobre a mesma para uso na sua divulgação turística.

Foi traçada a origem da quinta, desde um prazo foreiro à Ordem de Cristo no segundo quartel do século XV, até aos nossos dias, apurando todos os diversos proprietários e assinalando os que mais se distinguiram. Foi possível encontrar diversas descrições do prazo, onde existiam dois moinhos no início do século XVI, bem como notícias da capela que ainda subsiste, de fundação imemorial e onde se ministravam os sacramentos à população local quando não era possível deslocar-se à sede da freguesia, por causa de cheias e enchentes dos rios.

Para a investigação e redacção do texto foram utilizados documentos do arquivo da propriedade, bem como outras fontes de arquivos públicos e bibliografia.